domingo, 29 de novembro de 2015

Lula não é mais o 'cara'



O ex-presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva, que chegou a despertar a admiração do presidente dos EUA, Barack Obama que se referiu a esse político brasileiro, como sendo o ‘cara’, uma expressão que na gíria significa alguém muito importante no momento e que desperta respeito e admiração no seu país de origem e no mundo, quando a sua liderança extrapola os limites regionais.

Mas, esse elogio feito pelo presidente da nação mais rica e poderosa do mundo, foi feito em 2009, num momento em que o Brasil, graças a uma conjuntura econômica internacional favorável cresceu tanto que chegou em 2011 a ocupar a invejável posição de sexta economia mundial, ultrapassando o Reino Unido.

Com a eleição de Dilma Rousseff, uma invenção e criação do ‘cara’, e o recrudescimento da crise financeira internacional que a presidenta fez de tudo para evitar a contaminação da nossa economia, com a flexibilização de alguns pontos das leis trabalhistas, a desoneração de alguns setores da economia, mas sem fazer os ajustes se faziam necessários, para não perder a sua reeleição, o Brasil mergulhou de cabeça numa grave crise econômica que acabou provocando outra crise, a crise política. Ambas da maior gravidade, o que levou Dilma, o PT e Lula a perderem os seus capitais políticos. O que a última pesquisa Datafolha revela.  

Mas, o que mais contribui para que o prestígio Lula, Dilma e o PT desmoronassem, foi à onda de corrupção que vem assolando o país. Uma onda de corrupção nunca vista em toda à nossa história republicana.

A propósito: o que ainda garante um pequeno apoio ao PT e Lula são os programas sociais que foram levados às últimas consequências, como programas clientelistas, assistencialistas e paternalistas.

por Joachim Arouche

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