quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Economia mundial não favorece o Brasil



O Brasil, que durante os governos Lula e o primeiro governo da presidenta Dilma Rousseff, contou com um ambiente muito favorável na economia mundial, a partir do final do quarto governo do Partido dos Trabalhadores (PT), começou a sofrer com o desaceleração da economia da República Popular da China, o maior importador das commodities brasileiras.

Mas, não é só o mercado chinês que passa por um momento de contração, a zona do euro também enfrenta um momento muito difícil, com a taxa de desemprego beirando à casa dos dois dígitos e com a França tendo que apelar para a decretação de estado de emergência econômica em razão do baixo crescimento da sua economia e do seu elevado índice de desemprego. A Venezuela, um dos maiores parceiros comerciais do Brasil, também acaba de decretar estado de emergência econômica.

As previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) para o Brasil, inclusive, são as piores e a queda bastante acentuada do valor do barril de petróleo e a política de aumento da produção dessa commoditie pela Arábia Saudita, obrigará os EUA, o maior parceiro comercial do Brasil a rever sua política de importação.

O agravamento da crise financeira que se abateu sobre a China e a União Europeia favorece o governo Dilma Rousseff ao desmoralizar os economistas que atribuíam à nossa crise, a incompetência das autoridades financeiras do governo Dilma e a incapacidade desse mesmo governo em fazer o ajuste fiscal e investir na melhoria da produtividade das indústria brasileira. Isso representa apenas uma meia verdade.
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