quarta-feira, 25 de abril de 2018

A nossa classe política macula o país


Pobre de um país, cujos governantes e representantes não merecem o respeito da população em geral e do eleitor em particular.

Nos jornais impressos, nas emissoras de televisão, nos sites de notícias e nas emissoras de rádio, as principais manchetes são sobre políticos e invariavelmente, sobre corrupção. Ninguém tolera mais tanta roubalheira e corrupção neste país.

A propósito, leiam abaixo o que escreveu o Gen Gilberto Pimentel sobre a grave situação que vive o Brasil: “Se dermos uma olhada mais atenta na biografia e no desempenho dos magistrados do STF, que um colunista definiu como “garantistas”, referindo-se àqueles juízes que pretendem assegurar, irrestritamente, o que está na Constituição, ser um escravo dos princípios fundamentais da legalidade, da presunção da inocência, do contraditório, do devido processo legal e, sobretudo, da dignidade da pessoa humana, poderemos não ter tanta certeza da nobreza e sequer das suas reais motivações”. (Gen Gilberto Pimentel Presidente do Clube Militar)

Essa manifestação acima, do Gen. Gilberto Pimentel – presidente do Clube Militar, reflete a desconfiança do povo brasileiro e das Forças Armadas nos três poderes da república. É óbvio que essa desconfiança não se estende a todos os membros dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, mas que nesses três poderes tem gente jogando contra os interesses da nação, ah, isso há. Alguns ministros do STF são identificados com os ideais petistas e tucanos. Na segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a maioria vota abertamente contra a Operação Lava Jato, que para mais de 80% do povo brasileiro representa a salvaguarda da moral, da ética, da decência e da justiça num país que foi sequestrado, saqueado e roubado por políticos, congressistas e gestores públicos, como por exemplo, nos escândalos do Mensalão e do Petrolão. Não é à toa que os poderes Executivo e Legislativo são os mais mal avaliados pelo povo brasileiro e as Forças Armadas é a instituição brasileira mais bem avaliada pela população brasileira. 

Nós o povo brasileiro devemos desconfiar de quem defende o pensamento do ex-governador do estado de São Paulo que se ufanava de roubar, mas de ser um grande construtor de obras. Esse político paulista ficou na história deste país, como o político que roubava, mas que fazia. “Rouba, mas faz”. Esse era o slogan de Ademar de Barros. 

O Brasil carece de políticos e estadistas que resgatem princípios como moral, ética e compromisso com a retidão e valores edificantes.    


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