domingo, 3 de junho de 2018

A insegurança nossa de cada dia


Desde a década de 80, que à violência começou a tirar o sossego do estado do Rio de Janeiro, com os morros da cidade maravilhosa, sendo tomadas pelo crime organizado, que segundo dizem, surgiu com o Comando Vermelho, formado por criminosos comuns que dividiram selas com presos políticos no presídio da Ilha grande no então município de Angra dos Reis. Nessa convivência, os presos comuns conheceram a ideologia comunista e aprenderam a agir sob o comando de líderes que foram doutrinados pelos comunistas.

De lá pra cá, a violência explodiu no estado do Rio de Janeiro, que passou a conviver com o crime organizado e o aumento do consumo de drogas ilícitas, que veio a se transformar num dos negócios mais rentáveis, porque o consumo de drogas atingiu proporções geométricas e esse tipo de negócio sendo feito todo ele à vista. É que ninguém compra droga fiado. 

Com a política de segurança do Rio de Janeiro, passando a criar o que se convencionou chamar de Unidade Policial Pacificadora (UPP), o crime organizado que atuava até então só nos estados da região Sudeste, migrou para os estados da região Nordeste, preferencialmente, para os estados, cujas capitais estão localizadas no litoral.

É obvio que outros fatores também contribuíram para que a violência aumentasse e se instalasse em todo país, como por exemplo, o aumento do desemprego e a explosão populacional. A violência doméstica que produz a desestruturação familiar, também é um fator que contribui sobremaneira para o agravamento do clima de insegurança.           

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