segunda-feira, 25 de maio de 2009

O brasileiro só permanece ou retorna ao seu país, obrigado



O jogador Ronaldo fenômeno ao ser sabatinado pelo jornal Folha de São Paulo, no último dia 15/05, surpreendeu a todos os presentes a esse acontecimento, ao responder a uma pergunta, sobre o seu filho Ronald (de 9 anos com a jogadora Milene Domingues) que mora em Madrid. Ele disse que prefere que o seu filho more na Europa, devido a sua educação e a segurança.

"O Ronald é uma criança doce, educada. Eu vejo seus amiguinhos no Brasil usando palavrões. Ele é praticamente um europeu", disse o jogador. O jornalista Clóvis Rossi, um dos seus arguidores, reagiu e fez uma observação, dizendo que a sua comparação era um tanto quanto racista, ao que ele respondeu de forma direta: "Eu sou apenas realista".

Você pode até discordar do Ronaldo, devido a esse seu posicionamento, mas é obrigado a concordar com ele, que só educa os seus filhos no Brasil, aqueles que não dispõem de recursos e meios para mandá-los para fora do país, de preferência para a Suíça. Um país onde a elite brasileira costuma mandar os seus rebentos para serem educados.

Pelo visto o jogador Ronaldo Fenômeno já desistiu do Brasil, faz muito tempo. Ao contrário do que diz a propaganda ufanista do governo federal, que ao estilo do militares, tenta infundir no nosso povo um amor que o brasileiro não sente pelo seu país. Mas como sentir amor por um país que só privilegia os bens nascidos? Os pobres no Brasil vivem sendo mortos nas favelas, nos morros e os que conseguem se livrar das balas perdidas ou não, sobrevivem de bicos. Só os muitos ricos e os políticos - têm motivos de sobra para amarem este país.

Em Tempo:

O jogador Ronaldo fenômeno é um sarará (pessoa mestiça de cor branca e cabelos acajuzados), que se considera branco.

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