O Banco Central do Brasil ao adotar medidas que visam conter o consumo, que está levando o país a sentir o bafejo do Dragão da Inflação, que a nação brasileira já considerava morto, mas que a todo o momento ameaça ressuscitar de uma morte, que ao contrário da morte de Lázaro, ressuscitado por Cristo não é desejada por ninguém. A inflação voltou? Talvez. Essa palavra já fez parte da vida dos cidadãos acima dos 25 anos. Diferente dos jovens com menos de 15 anos que não conhecem esse Dragão perverso que durante décadas infernizou a vida do brasileiro.
O fim da inflação que deu dois mandatos ao PSDB e três mandatos ao Partido dos Trabalhadores (PT), neste momento está sendo ameaçado pelo superaquecimento da economia. O crescimento econômico exige equilíbrio entre os diversos fatores que o sustentam: porque não basta aumentar o consumo, se a produção industrial não acompanha; não basta incentivar o consumo, se a expansão do crédito não é possível; não se pode produzir sem investimentos, que exigem poupança. Esses são os sinais mais visíveis de desequilíbrios cuja ausência podem poderá provocar o retorno da espiral inflacionária.
Medidas adotadas reduzem a liquidez no mercado financeiro e inibem o surgimento de trajetórias de crescimento do crédito não sustentáveis. A expansão do crédito, o ativo circulante, faz aumentar o consumo, que é um dos principais vetores da inflação, uma vez que a escassez de produtos provoca a elevação dos preços.
O remédio aplicado pelo BC na economia brasileira é muito amargo, é verdade, mas necessário, quando os sinais emitidos pela economia mundial não são nada auspiciosos.
A presidente Dilma Rousseff ao invés de se preocupar com a sua aparência, colocando as madeixas e a sua face aos cuidados do maquiador e cabeleireiro Celso Kamura, deveria era estar consultando os búzios da irmã Diná.
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