O governo da presidente da república Dilma Rousseff, que anda se equilibrando na corda bamba sem sobrinha, com escândalos pipocando a todo o momento, em 2012, com as eleições municipais, poderá viver momentos ainda mais difíceis, quando os descontentes dos partidos que formam hoje a base aliada do seu governo, como o ex-ministro da Integração do governo Lula, o baiano Geddel Vieira Lima, querendo ir à forra, como já vem sinalizando, ao levar o seu partido o PMDB a compor com o PSDB e o DEM em Salvador.
Se o problema com os aliados se resumisse só ao PMDB, a solução seria fácil, bastando apenas os descontentes serem acomodados, mas acontece, que descontentes há em todos os partidos que trabalharam pela eleição de Dilma Rousseff.
O Partido da República (PR), com uma abancada nada desprezível, é um “um poço até aqui de mágoas”, depois que foi execrado e banido do terceiro governo petista. E como diz o ditado popular, “a vingança é um prato que some frio ou pelas beiradas". E é com base nesse velho e surrado ditado popular, que o PR não vê à hora de retaliar a presidente da república.
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