terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A OAB quer o fim da vitaliciedade do STF. E o fim do exame da ordem?

A OAB quer o fim da vitaliciedade do STF, mas não fala em acabar com o exame da ordem que permite que cada seccional funcione como uma grande empresa, com um orçamento que supera o de muitos municípios brasileiros.   

Não è á toa, que a briga pela presidência do OAB, seja ela nacional seccional, é muito grande. E os atuais dirigentes montam esquemas para que o grupo dominante se perpetue no poder, como ocorre no estado do Piauí, onde o grupo que está no poder já consegui eleger quatro presidentes. Isso sem reeleição, só fazendo funcionar o sistema de rodízio. Pelo visto, a nível nacional também sé dá o mesmo.

A OAB, para se mostrar simpática aos olhos dos brasileiros e fugir da discussão sobre o fim do exame da ordem, fica opinando sobre tudo, mas sem ir fundo nas questões, ficando apenas no discurso vazio.

A OBA no estado democrático de direito, não tem função e importância nenhuma, como querem nos fazer acreditar, os seus dirigentes. A Lei da Ficha, por exemplo, foi proposta e defendida pela Igreja Católica, com a OAB vindo a reboque, como uma organização qualquer.  

Em TemPo:

Ser presidente da OAB dá status e poder. E ainda por cima, o presidente administra um orçamento de dar inveja a muitos prefeitos de municípios de porte médio. 

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