A OAB quer o fim da vitaliciedade do STF, mas não fala
em acabar com o exame da ordem que permite que cada seccional funcione como uma
grande empresa, com um orçamento que supera o de muitos municípios brasileiros.
Não è á toa, que a briga pela presidência do OAB, seja
ela nacional seccional, é muito grande. E os atuais dirigentes montam esquemas
para que o grupo dominante se perpetue no poder, como ocorre no estado do
Piauí, onde o grupo que está no poder já consegui eleger quatro presidentes.
Isso sem reeleição, só fazendo funcionar o sistema de rodízio. Pelo visto, a nível
nacional também sé dá o mesmo.
A OAB, para se mostrar simpática aos olhos dos
brasileiros e fugir da discussão sobre o fim do exame da ordem, fica opinando
sobre tudo, mas sem ir fundo nas questões, ficando apenas no discurso vazio.
A OBA no estado democrático de direito, não tem função e
importância nenhuma, como querem nos fazer acreditar, os seus dirigentes. A Lei
da Ficha, por exemplo, foi proposta e defendida pela Igreja Católica, com a OAB
vindo a reboque, como uma organização qualquer.
Em TemPo:
Ser presidente da OAB dá status e poder. E ainda por cima, o presidente administra um orçamento de dar inveja a muitos prefeitos de municípios de porte médio.
Em TemPo:
Ser presidente da OAB dá status e poder. E ainda por cima, o presidente administra um orçamento de dar inveja a muitos prefeitos de municípios de porte médio.
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