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| Todo poder do PMDB reside na sua união |
É preciso equilibrar às forças
no Congresso Nacional, o PMDB não pode e não deve presidir às duas casas que
formam o Poder Legislativo.
A
eleição do deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) para presidente d
Câmara Federal, desequilibra as forças no Poder Legislativo, com o PMDB se
tornado um partido hegemônico e mais poderoso até do que o próprio partido da
presidente Dilma Rousseff, o PT, que desistiu de brigar pelo poder e hoje anda
a reboque do partido controlado por José Sarney, Michel Temer, Renan Calheiro,
Jader Barbalho, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves.
Ainda
há tempo para o Partido dos Trabalhadores (PT) se articularem e ajudar a
derrotar o candidato peemedebista, que se ele eleito, ajudará a fortalecer
ainda mais partido, já extremamente forte e que só apóia o governo federal em troca
de ministérios e muitos cargos no segundo e terceiro escalões e em empresas
estatais.
Não
custa nada lembrar o tamanho dessa legenda: O PMDB detém a vice-presidência da República, com Michel
Temer, a presidência do Senado, arrebatada com folga por Renan Calheiros, cinco
ministérios (Agricultura, Integração Nacional, Minas e Energia, Previdência e
Turismo), cinco governos estaduais (MA, MS, MT, RJ e RO), 18 senadores, 79
deputados federais, 152 deputados estaduais, 1.020 prefeitos e 7.964 vereadores.
No Brasil o poder de fato está
nas mãos do PMDB. Essa é a realidade.

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