segunda-feira, 8 de abril de 2013

O marqueteiro João Santana está submetendo a Venezuela ao ridículo

O messianismo e a fantasmagoria ridícula, que o marqueteiro brasileiro João Santana está explorando na Venezuela, para que um morto possa eleger um vivo, está submetendo esse país vizinho ao escárnio e a zombaria. É que o candidato a reeleição NIcolás Maduro, vive dizendo nos comícios, que vê o ex-presidente Hugo Chávez, falecido recentemente, a todo o momento na forma de passarinho e de jacaré.

Esses truques, que vem sendo usado por João Santana, só reforça a condição de um país atrasado e formado por um povo bruto e ignorante, vista pelos povos desenvolvidos. De um país onde às pessoas não pensam e não enxergam um palmo além do nariz. Esse tipo de tramóia e ardil que vem sendo usado por esse marqueteiro brasileiro na campanha política da Venezuela, se usados em países desenvolvidos, serão ridicularizados pela população. Até mesmo no Brasil, um país de terceiro mundo, porém, mais evoluído do que do que o país de Maduro e Chávez, essa apelação para o sobrenatural, seria tomada como um desrespeito a picardia e malandragem do brasileiro.

Qualquer país que se submeta à vontade de um ditador, é formado por um povo e caráter pusilânime e deformado pela propaganda oficial, via de regra, países pobres, cuja população tem baixo nível de escolaridade. Tomemos como exemplo a Coréia do Norte, Irã e Cuba.

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