O messianismo e a fantasmagoria
ridícula, que o marqueteiro brasileiro João Santana está explorando na
Venezuela, para que um morto possa eleger um vivo, está submetendo esse país
vizinho ao escárnio e a zombaria. É que o candidato a reeleição NIcolás Maduro,
vive dizendo nos comícios, que vê o ex-presidente Hugo Chávez, falecido recentemente,
a todo o momento na forma de passarinho e de jacaré.
Esses truques, que vem
sendo usado por João Santana, só reforça a condição de um país atrasado e formado
por um povo bruto e ignorante, vista pelos povos desenvolvidos. De um país onde
às pessoas não pensam e não enxergam um palmo além do nariz. Esse tipo de
tramóia e ardil que vem sendo usado por esse marqueteiro brasileiro na campanha
política da Venezuela, se usados em países desenvolvidos, serão ridicularizados
pela população. Até mesmo no Brasil, um país de terceiro mundo, porém, mais evoluído
do que do que o país de Maduro e Chávez, essa apelação para o sobrenatural,
seria tomada como um desrespeito a picardia e malandragem do brasileiro.
Qualquer país que se submeta
à vontade de um ditador, é formado por um povo e caráter pusilânime e deformado
pela propaganda oficial, via de regra, países pobres, cuja população tem baixo nível
de escolaridade. Tomemos como exemplo a Coréia do Norte, Irã e Cuba.
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