A ANEEL aprovou em 24 de
janeiro de 2013, em reunião extraordinária, novas tarifas que reduziram a conta
de energia elétrica. O efeito médio da redução foi de 20,2%. Para os
consumidores residenciais, a redução mínima foi de 18%. Para os consumidores de
alta tensão, o desconto chegou a 32%. Isso de fato aconteceu. Mas, acontece que
essa redução no preço da tarifa de energia elétrica, se deu à custa do sacrifício,
segundo os comentaristas econômicos, das concessionárias de energia, que hoje
acumulam um prejuízo monumental o que obrigou o ministro da Fazenda Guido Mantega, a anunciar um
reajuste dessas tarifas, para o próximo ano, depois que passar eleição.
Em 2015, o consumidor e
eleitor brasileiro vão pagar com juros e correção monetária e ato de "bondade" da nossa presidenta, uma redução na tarifa de energia, feita com um único propósito: melhorar a imagem do governo Dilma
Rousseff que vai tentar se reeleger. Por que o governo federal resolveu postergar esse aumento da tarifa
de emergia elétrica para o próximo ano? Elementar meu caro Watson! Porque é um ano
eleitoral e um aumento desse insumo agora, seria um desastre para as pretensões da
presidenta que deseja permanecer por mais quatro anos, no comando desta locomotiva que
anda querendo sair dos trilhos a todo o momento.
O momento político do governo
Dilma Rousseff é particularmente muito difícil, com a economia dando marcha ré,
a violência brasileira ameaçando superar a do país mais violento do mundo, no
caso a Venezuela e os indicadores sociais patinando.
Na realidade, essa redução
na tarifa de energia não passou de uma jogada de puro marketing político, porque, o
governo sabia que essa redução recairia sobre as concessionárias de energia, que
por sua vez iriam brigar para recuperar o prejuízo.
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