sexta-feira, 14 de março de 2014

Quem colocar no lugar?

Eu e todas as torcidas dos times de futebol do Brasil e mais os neopentecostais estamos convencidos de que o ciclo do Partido dos Trabalhadores (PT) no poder está se fechando. Mas logo surge uma pergunta inevitável: quem colocar no lugar de Dilma Rousseff? É que os nomes já postos como sendo de eventuais candidatos, em nada diferem dos governantes petistas. É como se diz: trocar um pelo outro é o mesmo que trocar seis por meia dúzia.

Convém mudar por mudar, só para praticar a democracia que tem como fundamento principal, a alternância de poder? A minha consciência democrática me autoriza a dizer que sim, porque, para os iniciados em democracia é muito mais fácil trocar o comando do país no primeiro mandato, quando o partido e os seus membros ainda não se viciaram em poder, do que no segundo mandato, quando o vício político leva os governantes de plantão a quererem se perpetuar no poder e transformar um governo democrático, numa ditadura. Como por exemplo, na Venezuela, um país onde o bolivarianismo-chavismo-madurismo está caminhando para duas décadas de poder. Quase a metade do tempo que a família Castro é dona da fazenda Cuba e, nós os brasileiros se nada mudar, logo seremos uma nova Venezuela e num segundo estágio, uma nova Cuba.

O Brasil, onde tudo está sendo aparelhado pelo governo do PT, a corrupção já foi institucionalizada e o crime compensa. Dai para chegarmos a uma ditadura da nova 'burguesia brasileira' e um pulo.

Quando eu penso que chorei, não se escandalize, porque homem que é homem chora, sobretudo, quando a motivação do choro é a esperança do surgimento de um novo país, de um país onde todos os seus filhos tenham as mesmas oportunidades. Chorei de emoção com o depoimento de um jovem na campanha de Lula. Hoje passado mais de uma década da chegada do PT ao poder, lamento ter que admitir que os militares salvaram o nosso país de uma ditadura inspirada no regime cubano e que se nós ainda vivemos num país mais ou menos democrático e devido à vigilância das nossas Forças Amadas. Geraldo Vandré não sofreu uma lavagem cerebral, como a antiga esquerda brasileira tentou nos convencer. Ele simplesmente descobriu que a esquerda brasileira é uma farsa e uma grande fraude.


Quem colocar no lugar? O menos ruim e o menos demagógico.

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