Eu e todas as torcidas dos times de
futebol do Brasil e mais os neopentecostais
estamos convencidos de que o ciclo do Partido dos Trabalhadores (PT) no poder está
se fechando. Mas logo surge uma pergunta inevitável: quem colocar no lugar de
Dilma Rousseff? É que os nomes já postos como sendo de eventuais candidatos, em
nada diferem dos governantes petistas. É como se diz: trocar um pelo outro é o
mesmo que trocar seis por meia dúzia.
Convém mudar por mudar, só para praticar a democracia que
tem como fundamento principal, a alternância de poder? A minha consciência
democrática me autoriza a dizer que sim, porque, para os iniciados em democracia é
muito mais fácil trocar o comando do país no primeiro mandato, quando o
partido e os seus membros ainda não se viciaram em poder, do que no segundo
mandato, quando o vício político leva os governantes de plantão a quererem se
perpetuar no poder e transformar um governo democrático, numa ditadura. Como
por exemplo, na Venezuela, um país onde o bolivarianismo-chavismo-madurismo
está caminhando para duas décadas de poder. Quase a metade do tempo que a
família Castro é dona da fazenda Cuba e, nós os brasileiros se nada mudar, logo
seremos uma nova Venezuela e num segundo estágio, uma nova Cuba.
O Brasil, onde tudo está sendo aparelhado pelo governo
do PT, a corrupção já foi institucionalizada e o crime compensa. Dai para
chegarmos a uma ditadura da nova 'burguesia brasileira' e um pulo.
Quando eu penso que chorei, não se escandalize, porque homem que é
homem chora, sobretudo, quando a motivação do choro é a esperança do surgimento
de um novo país, de um país onde todos os seus filhos tenham as mesmas
oportunidades. Chorei de emoção com o depoimento de um jovem na campanha de
Lula. Hoje passado mais de uma década da chegada do PT ao poder, lamento ter
que admitir que os militares salvaram o nosso país de uma ditadura inspirada no
regime cubano e que se nós ainda vivemos num país mais ou menos democrático e
devido à vigilância das nossas Forças Amadas. Geraldo Vandré não sofreu uma
lavagem cerebral, como a antiga esquerda brasileira tentou nos convencer. Ele
simplesmente descobriu que a esquerda brasileira é uma farsa e uma grande
fraude.
Quem colocar no lugar? O menos ruim e o menos demagógico.
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