O Globo
Parentes e amigos carregam caixão da atriz Monica Spear e de seu ex-marido Thomas Henry Berry durante funeral em cemitério de Caracas - Alejandro Cegarra / AP
A crise de escassez na Venezuela chegou à indústria de caixões, criando filas também para os mortos.
A crise de escassez na Venezuela chegou à indústria de caixões, criando filas também para os mortos.
A queda na produção foi de 20% a 30% este
ano por falta de materiais, segundo autoridades. O preço subiu e os funerais
passaram a ser adiados.
O principal item em falta são as folhas de
madeira usadas na construção dos caixões, afirma Pedro Navarro, ex-presidente
de uma associação de funerárias. Ele culpa a lentidão da empresa estatal Sidor.
— Algumas fábricas estão paralisadas.
Outras compram folhas mais grossas — diz.
O país de 30 milhões de habitantes tem 50
fábricas de caixões. O presidente de uma das maiores fábricas afirma que faltam
cola, tinta e até tecido para o interior dos caixões. fonte: blog do Noblat
A violência na Venezuela atingiu índices alarmantes
Na última
segunda feira, a atriz evangélica Mónica Spear Mootz, 29 anos, morreu baleada
em uma estrada no Estado de Carabobo, na Venezuela. A atriz aguardava
atendimento mecânico junto ao seu marido, o irlandês Thomas Henry Berry, de 39
anos, que também foi assassinado, e sua filha de cinco anos, que foi ferida.
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