A nova pesquisa
ISTOÉ/Sensus realizada entre 26 de maio e 4 de junho mostra que a presidenta
Dilma Rousseff caiu 1,8% em relação ao levantamento anterior, passando de 34%
para 32,2% das intenções de voto, num cenário em que os chamados candidatos
nanicos também são colocados.
Essas quedas constantes
e em todas as pesquisas da pré-candidata à reeleição Dilma Rousseff fez acender
a luz amarela no comando de campanha da presidenciável petista. E para
complicar ainda mais o cenário político para as hostes do PT, A última pesquisa
ISTOÉ/Sensus traz uma outra variação importante quando avalia a atuação do
governo. Pelo levantamento, o índice de eleitores que julgam a gestão de Dilma
como positiva saltou de 29,6% para 34,2%. O problema é que o número de pessoas
que classifica a gestão como péssima cresceu de 31,9% para 34,6%. Diminuiu o
percentual daqueles que consideram o governo regular (34,2% no início de maio e
29,1% no começo de junho). “Os dados mostram que há uma radicalização. Ou seja,
o eleitor ama ou odeia o governo e isso é ruim para a candidatura da situação”,
diz Guedes.
Pelo visto, nem o clima
da Copa do Mundo favorece a pré-candidatura da presidenta Dilma Rousseff, que
nos últimos dias só tem convivido com notícias ruins e o céu brasileiro está
tomando por nuvens carregadas, o que sugere mal tempo para os próximos dias.
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