O cantor e compositor cubano Silvio
Rodriguez em entrevista concedida ao site Cubadebate admitiu gozar de certos
privilégios que o cubano comum não goza
O fundador da "Nueva Trova" cubana admitiu que não vive em num dos bairros pobres e que leva "uma vida muito mais confortável do que a grande maioria dos cubanos."
O cantor cubano Silvio Rodriguez disse
que na suas andanças pelos bairros de Havana tem tomado
conhecimento de que as pessoas são "pobres ... mais do que eu
pensava", e que a sua presença nessas áreas têm sido uma forma de
"conectar-se" com a realidade de seu país.
Essas constatações de Rodriguez aparecem em uma entrevista reproduzida hoje pelo site Cubadebate oficial e por um jornalista e blogueiro da província oriental de Holguín, onde há poucos dias ele se apresentou como parte dos concertos gratuitos que são realizados em diferentes bairros da ilha, sob patrocínio do governo.
Essas constatações de Rodriguez aparecem em uma entrevista reproduzida hoje pelo site Cubadebate oficial e por um jornalista e blogueiro da província oriental de Holguín, onde há poucos dias ele se apresentou como parte dos concertos gratuitos que são realizados em diferentes bairros da ilha, sob patrocínio do governo.
"Tenho aprendido
que a nossa gente está muito pobre..., muito pobre.., muito mais pobre... do
que eu pensava. É bom manter esse contato, porque essa é uma maneira de manter-me
conectado com a realidade do meu país, de seguir constatando as coisas como
são", respondeu Rodríguez ao ser perguntado sobre sua presença nos lugares
mais pobres.
O fundador da chamada
"Nueva Trova" cubana admitiu que não vive em um dos bairros pobres e
que leva um
vida confortável "uma vida muito mais cômoda que que a imensa maioria dos
cubanos".
"Mas não viro as
costas para essa realidade, continuo não só aqui em Cuban Cuba. Também poderia
continuar em Cuba e não fazer isso. Mas, o faço, porque me parece que ser uma
maneira de dar uma contribuição, de estar comprometido com minha realidade, com
minha gente, com meu povo", disse.
Em outro momento da entrevista, o autor de canções como Unicornio y Ojalá assverou que em todas as sociedades que tem conhecido as pessoas querem "progresso" e "um futuro melhor".
"Quando eu cantava: Te convidava a crer, quando digo que era preciso lutar por um futuro melhor eu realmente pensava e acreditava que este seria melhor. Eu não pensava que o futuro ia a ser outro", assinalou Rodríguez. Fonte: El Universal (VEN)
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Em outro momento da entrevista, o autor de canções como Unicornio y Ojalá assverou que em todas as sociedades que tem conhecido as pessoas querem "progresso" e "um futuro melhor".
"Quando eu cantava: Te convidava a crer, quando digo que era preciso lutar por um futuro melhor eu realmente pensava e acreditava que este seria melhor. Eu não pensava que o futuro ia a ser outro", assinalou Rodríguez. Fonte: El Universal (VEN)
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