sábado, 7 de fevereiro de 2015

A violência não livra a cara de ninguém

O comandante e os soldados e trabalhadores do tráfico 
O que antes era restrito às camadas sociais mais pobres e, portanto localizada, nas últimas duas décadas vem avançando sobre as amadas mais privilegiadas e protegidas da sociedade brasileira, ou seja, sobre as elites sociais.

Essa generalização se deu com a indústria das drogas se dando conta de que o maior mercado de drogas licitas e ilícitas está nas camadas sociais mais ricas e prósperas. O pobre hoje só interessa a esse mercado como força de trabalho.

Com a retomada do subdesenvolvimento que nada mais é, que o aumento da pobreza, do analfabetismo e da falta de mão de obra especializada, a violência no Brasil só faz aumentar. Ontem mesmo, o segurança do filho do governador do estado do Piauí foi assassinado por uma assaltante na Zona Leste de Teresina, considerada a zona nobre da capital piauiense.

Na semana passada, 21 bandidos foram assassinados pela Policia Militar do estado do Maranhão. Também na semana passada a Policia Militar da Bahia e confronto com marginais matou 13 bandidos. É a pena morte sendo instalada no Brasil sem ser oficializada. Assim é fácil conter a violência.   

Dessa forma é fácil conter e reduzir a violência. Agora convém ressaltar que não se combate violência usando as mesmas armas e métodos dos marginais.

O combate a violência mais eficaz e eficiente é com a geração de empregos, com ocupação para os jovens, que sem perspectiva de futuro, são obrigados a ingressarem no mercado de trabalho criado pelos narcotraficantes.   

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