sexta-feira, 31 de julho de 2015

“Nunca houve só o dizer por dizer.”



Beatriz Catta preta  ao lado de Pedro Barusco em sessão da CPI da Petrobras
“Todos os depoimentos prestados sempre vieram respaldados com informações, dados, documentos, provas definitivas.” (Beatriz Catta Preta)

A situação do presidente da Câmara Federal, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), agravou-se com as declarações da advogada Beatriz Catta Preta (foto) que vinha advogando para os principais delatores da Operação Lava Jato. Com essa afirmação que abre este texto, a advogada que negociou as delações de alguns dos envolvidos no esquema de corrupção que originou uma CPI para investigar a Petrobras, praticamente destruiu todos os argumentos de defesa de Eduardo Cunha.

Para piorar ainda mais a situação do presidente da Câmara Federal, o advogado de defesa do empresário Júlio Camargo, delator da Operação Lava Jato, em documento enviado à justiça acusou Eduardo Cunha e outros investigados por suspeita de corrupção de “intimidar quem os denuncia” e afirmou: “Eduardo Cunha age com lógica de gangue”. 

Eu não acredito em má fé de parte do Poder Judiciário, do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF). Quando um sujeito é investigado é porque pesa contra ele sérias suspeitas. 

por Joachim Arouche 

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