quarta-feira, 12 de agosto de 2015

A China desacelera e o resto do mundo respira fundo


A economia chinesa está mais para pouso forçado do que aterrissagem suave.



O governo chinês tenta uma aterrissagem suave para evitar um cenário pior; mas como à economia mundial atravessa uma forte crise, a desaceleração programada poderá resultar inútil.

À recessão que vem se desenhando na República Popular da China poderá ter um impacto muito grande em todo o mundo. Se a China que representa o segundo motor da economia mundial está parando, o que podemos esperar de economias emergentes como a do Brasil? O aprofundamento de uma crise que começou em 2007 no EUA, com a crise do subprime. Um crédito de alto risco.

Alguns fatores explicam a desaceleração da economia chinesa: a desvalorização do Yuan, as quedas sucessivas na Bolsa China, a redução das taxas de investimentos e a perda de mercado. A China que nas últimas décadas inundou o mundo com produtos baratos.

A perda de ritmo da economia da China que tem como causa principal os efeitos de uma crise que começou nos EUA reforça os argumentos daqueles que atribuem à crise internacional que abalou o mundo, o momento muito que o Brasil vive. Os economistas da TV Globo não pensam assim. Isso é problema deles que estão apostando todas as suas fichas no quanto pior melhor. Melhor pra quem? Para os ricos, naturalmente.

Por Pablo de Sena

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