quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Aécio numa eventual renuncia de Dilma herdará o caos




O PSDB que se vangloria de ter criado o Plano Real, responsável pelo fim de uma inflação galopante e por um ciclo longo de crescimento do país, se assumir o governo numa eventual renuncia da presidenta Dilma Rousseff não repetirá o que fez o presidente Itamar Franco, o verdadeiro pai do Plano Real, haja vista, as condições da conjuntura econômica mundial que é de crescimento nulo ou baixo. A República Popular da China, por exemplo, está num franco processo de desaceleração da sua economia. A China que funcionou na crise financeira internacional que começou nos EUA no ano de 2007, como um segundo motor da economia mundial dá sinais de que caminha para uma recessão e o país governado por Barack Obama experimenta um crescimento pequeno e que vive oscilando para cima e para baixo.

O que um governo do PSDB poderia fazer para conter uma crise que o governo Dilma Rousseff já não tenha tentado? Quase nada, porque o atual ministro da Fazenda do quarto governo do Partido dos Trabalhadores (PT) é da mesma escola do economista Armínio Fraga, um nome sempre lembrado para assumir esse ministério, supondo-se que o PSDB volte ao poder.    

A solução para o Brasil sair dessa terrível crise é um Contrato Social que reúna em torno de uma grande mesa, o governo federal, os partidos de oposição e a sociedade organizada. Todos com um só propósito: tirar o país do abismo. Sem desarmamento de espírito e um pouco de patriotismo que permita ao país aos nossos governantes arrumar a cassa, quem assumir o governo em lugar de Dilma Rousseff herdará o caos e com seis meses o povo voltará às ruas para exigir um novo governo.

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