segunda-feira, 17 de agosto de 2015

O Brasil não parou para vê a banda de Ipanema passar

O playboy Aécio Neves Cunha nas areais da praia de Grumari na cidade do Rio de Janeiro




Para que não reste nenhuma duvida sobre o meu posicionamento no que tange ao momento político brasileiro, vou logo avisando aos ‘patrulheiros’ de direita e de esquerda que não estou aqui a defender o Partido dos Trabalhadores (PT), mas o governo da presidenta Dilma Rousseff - para evitar o caos. Que o Brasil está mergulhado num atoleiro isso é inegável, mas não é o menino do Rio, o mineiro mais carioca que existe, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) quem irá salvar o país, porque à crise brasileira é fruto de uma conjuntura internacional, a mesma que está provocando a desaceleração da República Popular da China. O segundo motor da economia mundial.  

A manifestação ocorrida ontem em todo o país, com o comparecimento do povo brasileiro muito aquém do que os organizadores desse evento e a TV Globo e a Globo News esperavam, foi uma manifestação legitima algo que ocorre só nas verdadeiras democracias. Mas, a maioria expressiva e ‘bote expressivo nisso’ não compareceu ao chamamento dos partidos de oposição, porque entende que o momento que este país vive é um momento que exige mais união do que divisão do povo.

O número de protestantes reunidos em todo o país, com a propaganda feita pela rede Globo e Globo News, não chegou a um milhão de pessoas, algo em torno de 795 mil, numa estimativa muito otimista feita pelos organizadores e patrocinadores. Esse numero é ínfimo se comparado à população brasileira que segundo o IBGE gira em torno de 210 milhões de almas. 

Esse protesto foi verdadeiramente democrático porque não poupou Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Dilma, Lula e o PMDB. 

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