sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Quatro mandatos eletivos é muito tempo



Não vou entrar no mérito administrativo do prefeito Firmino Filho (FF). Embora seja discutível. Ater-me-ei apenas a questão da alternância de poder que está na raiz da democracia.

No Brasil, a política transformou-se numa profissão qualquer, passando a ser a profissão que alguns médicos, advogados e economistas ambiciosos escolhem como um atalho para construírem fortunas num curto espaço de tempo e sem esforço. Digo sem esforço, porque esses neopolíticos não exercem essa nova profissão por amor ao próximo, mas unicamente, como um trampolim para o sucesso rápido.

Numa democracia que se presa, um terceiro e quarto mandato para  chefe do Poder Executivo é visto como uma indecência, uma falta de respeito para com o cidadão e, uma porta aberta para os vícios políticos, uma vez que o político profissional cria um grande apego ao poder que se depender só dele, ele nunca o deixará. E é o vício de poder o principal responsável pelo surgimento da corrupção. O PT que não me deixa mentir.

O PSDB e Firmino Filho deveriam deixar o poder espontaneamente, para não serem escorraçados, como tudo leva a crer irá acontecer com o Partido dos Trabalhadores.
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