quarta-feira, 20 de abril de 2016

O cinismo é nossa marca registrada

O corrupto, o criminoso e o malfeitor brasileiro, comunga, reza e dá esmolas, como que para aliviar as suas consciências.

As famílias dos corruptos, criminosos e malfeitores, via de regra, tem os seus parentes bandidos, como pessoas de bem, acima de qualquer suspeita, porque são pessoas caridosas e religiosas. Pessoas que fazem cortesias com o chapéu alheio ou com bens auferidos através da contravenção e da corrupção.

Os clubes de serviços têm nos seus quadros, muita gente que busca certas instituições como proteção para seus desvios de condutas. É óbvio que em qualquer área da atividade humana existem pessoas de bem e na política e nos clubes de serviços não poderia ser diferente. Assim como em qualquer denominação religiosa. 

No Brasil, a bandalheira e a safadeza estão tão enraizadas na nossa cultura e são encaradas com tanta naturalidade, que o bandido é glorificado, enquanto a pessoa honesta; essa é tomada como besta, estúpida, burra ou obtusa.   

A impunidade reinante neste país serve como estimulo para que gatunos, bandidos e malfeitores não mudem de vida. É que eles acreditam nas brechas jurídicas que lhes permite viver livre e nababescamente.
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