quinta-feira, 7 de julho de 2016

Wellington Dias até parece um peemedebista convicto



Wellington Dias conversa com o presidente vitalício da Assembleia Legislativa do Piauí

Embora, o PMDB já tenha anunciado que terá candidato à sucessão estadual em 2018 e tenha traído a presidenta Dilma Rousseff, ao comandar o processo de impedimento da presidenta, o governador do estado do Piauí, Wellington Dias, continua no seu firme propósito de fortalecer o partido de Michel Temer no seu estado.

É que Wellington Dias, tenta repetir uma estratégia montada em 2010, que foi fortalecer o nome do seu vice-governador, Wilson Martins, lhe entregando de mão beijada, como se diz na gíria, a coordenação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a joia da coroa de qualquer governo naquele momento; para não criar dentro do seu partido um adversário que ofuscasse a sua liderança e que pudesse voltar como candidato imbatível em 2014, como de fato aconteceu. Uma estratégia igual à montada por Lula, ao escolher Dilma Rousseff para sucedê-lo.

No município de São Raimundo Nonato, por exemplo, os melhores e mais importantes cargos da administração estadual, estão nas mãos de peemedebistas e até de um desconhecido Partido Republicano Progressista (PRP). Neste município, os petistas históricos não são sequer ouvidos, quanto mais serem prestigiados. Isso talvez explique a decadência moral e ética de um partido que não reúne as mínimas condições para lançar candidatura própria na capital de um estado “governado” pelo PT.
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