segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Um político marcado para morrer


Eduardo Cunha é hoje o retrato do abatimento moral e físico

O dia de hoje deverá ser marcado, pela morte política de um dos políticos mais enrolados com a justiça deste país: o parlamentar fluminense e evangélico, Eduardo Cunha que há mais de um ano vem conseguido através de sucessivas chicanas adiar sua morte política anunciada.

Graças as suas artimanhas e ao apoio do que se convencionou chamar da Tropa de Choque de Cunha, o deputado federal afastado Eduardo Consentino da Cunha (PMDB-RJ) vinha conseguindo adiar o seu julgamento na Comissão de Ética e no plenário da Câmara Federal.  

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou na noite deste domingo (11) pedido do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para suspender a votação na Câmara que pode leva-lo a perder o mandato. A votação está marcada para esta segunda (12). Essa deve ter sido a última tentativa dos advogados de Cunha para adiar essa votação.

Na avaliação de cientistas políticos, críticos políticos e jornalistas que cobrem o Congresso Nacional, dificilmente Eduardo Cunha conseguirá manter o seu mandato.  
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