quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

O país da gratidão e do amém




Charge cedida pelo blog do Josias

Se você é uma pessoa com inclinações para a gratidão e o amém, tem meio caminho andado para ser bem sucedido na vida púbica e privada deste país
.

A tradição e a herança judaico-cristã, fazem de nós brasileiros, um povo humilde e eternamente grato à quem nos fez um mimo (agrado) ou um grande favor.

É a consciência dessa herança que nos leva a desconfiar de certas pessoas que são alçadas à condição de autoridades sem base no mérito, na competência e no profissionalismo. Mas, pela simples vontade, bondade e generosidade e interesse de uma autoridade superior, como por exemplo, a escolha, aprovação e nomeação de ministros do STJ e STF. 

O Brasil é um país, onde a palavra meritocracia não passa de um recurso de linguagem ou de literatura, para enriquecer um texto. Nunca como um valor que deve ser considerado essencial, quando da escolha de uma pessoa para ocupar um cargo da importância e relevância como o da magistratura. 

A escolha de um ministro do STF deveria ser feita com base na sua biografia, elevado saber jurídico e grande experiência nas lides jurisdicionais. Qualidades encontradas em juízes, desembargadores e promotores. Através de uma eleição para ocupar o cargo mais elevado do Poder Judiciário. 

Como os critérios para a escolha de juízes do STJ e STF não são com base nos critérios apontados no parágrafo acima, o povo é levado sempre a acreditar que o escolhido para uma vaga num desses dois tribunais, será eternamente grato a quem lhe concedeu um mimo na forma de um emprego vitalício e de uma grande autoridade republicana.    
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