terça-feira, 1 de agosto de 2017

Chico Lucas para renovar e oxigenar a política piauiense


O estado do Piauí precisa passar por um processo de renovação, haja vista, o seu atraso secular e devido à falta de perspectiva do povo piauiense com relação aos seus atuais governantes, seus representantes na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa.      

O atual governador já está no seu terceiro mandato e pretende se reeleger em 2018. A Assembleia Legislativa do estado do Piauí é formada na sua expressiva maioria, por deputados com mais de três mandatos. Por políticos que se transformaram em políticos profissionais, cujas biografias não justificam uma carreira política tão longeva.  

O surgimento do nome do presidente da Ordem dos Advogados (OAB), seccional Piauí, Chico Lucas na cena política piauiense e com grande possibilidade de ele vir a disputar a sucessão estadual o próximo ano, acena com um ânimo novo para o eleitor piauiense, pois representa o novo na política deste estado e uma renovação com qualidade.


Chico Lucas, que já demonstrou por A mais B que é um homem de luta e com um excelente preparo intelectual, como ficou bastante evidenciado na sua luta contra um grupo que controlava e manipulava a OAB piauiense é um homem muito bem preparado, em que pese muito jovem, para disputar qualquer cargo eletivo, inclusive o de governador.

Como o presidente da OAB Piauí não dispõe de meios para disputar uma campanha contra um grupo muito bem estruturado no poder, ele pode se dar ao luxo de disputar o governo em 2018, apenas para fazer o seu nome circular em todo o estado - como sendo uma nova liderança política. Mas nada impede que ele seja eleito logo na sua primeira candidatura. Quem não se lembra do início da primeira campanha de Mão Santa ao governo do estado do Piauí, quando só dona Adalgisa Moraes, sua esposa e o jornalista Nilson Sá acreditavam no seu projeto político? O resto dessa história o Piauí inteiro sabe.

Chico Lucas é um nome perfeitamente viável para disputar com chance de vitória o governo do estado, por não ser um político profissional, ser muito inteligente e por dispor de uma equipe de assessores de alto nível.
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