segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Leitura dinâmica



O presidente da república Michel Temer, ao declarar que a mudança na Procuradoria-Geral da República (PGR) "darão o rumo correto à Lava Jato" e classificar de "ridículo jurídico" a denúncia contra ele por corrupção passiva, acabou por constranger a nova PGR Raquel Dodge, a segunda colocada na eleição para a escolha do substituto de Rodrigo Janot. O constrangimento se deu na forma da cobrança de gratidão feita publicamente pelo presidente, que preteriu o primeiro colocado na eleição do novo comandante do Ministério Público Federal (MPF), o procurador Nicolau Dino. Será que a nova PGR irá se submeter aos caprichos e aos interesses de Temer? É pouco provável.

O poder paralelo tem se revelado mais competente do que o poder oficial

As Formas Armadas como estão sendo usadas pelo governo federal, não estão cumprindo o seu dever constitucional. Garantir a segurança pública é um papel reservado às policias civil, militar e a Força Nacional. Se o nosso aparato policial é impotente para garantir a segurança do povo brasileiro, os nossos governos são incompetentes e não merecem ocupar os lugares que hoje ocupam. O estado paralelo tem se revelado mais competente do que o estado oficial.  

Os adoradores de Nicolás Maduro, Raul Castro e Kim Jong-un

Os brasileiros apoiadores do ditador Nicolás Maduro são admiradores confessos do ‘estado de exceção e defensores de ditaduras’ e sonham em implantar no Brasil um regime inspirado nos governos de Raul Castro, Nicolás Maduro e Kim Jong-um. A defesa de regimes como os de Cuba, Venezuela e da Coreia do Norte, beira a insensatez. 

A ruptura necessária                          

A ruptura necessária começa a acontecer na Venezuela, com um grupo de militares se rebelando contra o que esse grupo de militares denomina de “a tirania assassina de Nicolás Maduro. Sem uma ruptura que parta dos quartéis com o apoio do povo que já está ruas protestando contra esse ditador, o povo venezuelano não se livrará dessa ditadura cruel e sanguinária. Ouso afirmar que Maduro terá o destino de Mussolini e Nicola Ceauşescu. Quem viver verá!   
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