quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

O PSDB é parceiro do PMDB

Do blog do Josias

Os rumorosos casos de corrupção que envolvem o senador Aécio Neves (PSDB-MG), atingiram em cheio o partido hoje presidido pelo governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, de tal maneira que esse partido que até a eleição de 2014 era considerado a segunda maior força política do país, hoje em dia é um parido totalmente desacreditado e dificilmente terá alguma chance de polarizar a disputa pela sucessão de Michel Temer em 2018. A tendência é que o partido de Aécio Neves, de Geraldo Alckmin, Tasso Jereissati e Fernando Henrique Cardoso vire partido nanico, assim como o DEM, após a eleição do próximo ano.

A provável candidatura do governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin em 2018 à presidência da república, não reúne a mínima chance de vitória, haja vista, o nome do governador do Estado de São Paulo não ter capilaridade em todo território nacional. Se muito, na região Sudeste.

Convém observar que o PSDB para não ter a pior votação no pleito eleitoral para presidente da república no próximo ano, vai ter que esconder e camuflar o senador Aécio Neves. Isso quer dizer que é aconselhável a esse senador pelo estado de Minas Gerais, não marcar presença nos palanques de Geraldo Alckmin e dos candidatos do PSDB aos governos estaduais.

O PSDB que saiu da eleição de 2014, como o principal partido de oposição do país, ao abdicar dessa sua condição para ser uma força auxiliar do PMDB e ao participar do governo Temer, mesmo que deixe esse governo agora, não conseguirá desvincular o seu nome de um partido, que no poder massacrou os trabalhadores ao fazer uma reforma trabalhista que eliminou direitos consagrados na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). O PSDB é parceiro do PMDB.

Em Tempo:

Se Lula não for impedido de disputar a eleição de 2018 pela Lei da Ficha Limpa, ele será eleito pela terceira vez presidente da república. Quem viver verá!
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