sexta-feira, 16 de março de 2018

“Governar é coisa séria”



“Um governo é bom quando faz felizes os que sob ele vivem e atrai os que vivem longe”.

Pelo menos em tese, governar significa uma coisa muito séria, porque trata-se de assumir responsabilidades pela vida e o destino das pessoas que estão sob a proteção do governo.

Se o governante que o povo escolheu através do voto popular, prevarica, não está presente na vida das pessoas e não se faz presente na vida da comunidade que ele se propôs representar e defender os seus interesses, ele foge dos compromissos e é omisso.

Governar é ter firmeza nas decisões, sabedoria e responsabilidade social. Governar é assistir, socorrer, proteger, emular e criar as condições necessárias para que o indivíduo e a sociedade se sintam protegidos e seguros quanto ao seu presente e ao seu futuro.   

Governar é dar bons exemplos, para que o corpo administrado (ministros e secretários) se sinta encorajado e motivado para levar uma vida orientada pela retidão e pela seriedade no trato para com a coisa pública.

No Brasil, infelizmente, esse governo que julgamos importante e necessário, cá entre nós não passa de um sonho ou de uma utopia, porque o que prevalece, via de regra, são governos que ao invés de zelar, proteger e trabalhar pelo bem comum, muito pelo contrário, eles são pródigos em praticar corrupção, desmandos administrativos e prevaricações.

Como nos países sérios os bons exemplos partem do andar de cima, a coisa lá funciona de modo a que as pessoas se sintam encorajadas e motivadas para viverem conforme o que diz a Constituição Federal (um conjunto de regras e regulamentos que norteia o cidadão(ã).

Se os maus exemplos partem de cima, do poder, é óbvio que o andar de baixo seguirá os maus exemplos.

O bom governante é aquele que não rouba e que não deixar ninguém roubar o bem público.

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