Comunismo é coisa do passado. O presidente da república Jair
Bolsonaro ao afirmar nos EUA que “o comunismo não pode imperar”, apela para um
discurso velho e ultrapassado que nem mesmo os Estados Unidos da América (EUA),
o mais ferrenho inimigo dessa doutrina social não usa mais, dado ao
desinteresse dos povos oprimidos e explorados por uma doutrina que se revelou
na prática tão ou mais perversa contra o trabalhador do que o capitalismo. O
fim do comunismo foi decretado com o fim do Muro de Berlim. Bolsonaro que
escolha outro discurso, porque esse não agrada, nem mesmo aos inspiradores.
A Suprema
Corte não tem apoio popular
Soube através da imprensa que o presidente do Superior Tribunal
Federal (STF), o ministro Dias Toffoli (da cota de Lula), saiu em campo em
busca de apoio de parlamentares ao poder que preside. Uma ideia no mínimo absurda,
porque com essa sua iniciativa, Dias Toffoli acaba se comprometendo com um
poder que tem um número expressivo de parlamentares com pendencias judiciais. Isso
não é bom para a democracia. O diálogo entre os poderes é até salutar, mas, buscar
apoio para proteger o STF não diálogo é qualquer coisa parecida com comprometimento.
Do tipo: você protege e eu te protejo.
Uma união
necessária e providencial
Em um encontro considerado histórico, oito governadores e um
vice-governador assinaram nesta quinta-feira (14), em São Luís, um protocolo
para criar o Consórcio Nordeste. A medida foi formalizada durante o Fórum de
Governadores do Nordeste, no Palácio dos Leões. Todos os Estados nordestinos
aderiram ao consórcio. Essa ideia não deixa de ser boa, porque como todo mundo
sabe o presidente da república não vê com interesse uma região que se
dependesse só dela, Jair Messias Bolsonaro não teria sido eleito. O que podemos
destacar das linhas mestras que irão nortear esse consórcio? A sua ideia central
que é por exemplo, poder negociar preços melhores e consequentemente reduzir
custos, já que serão feitas compras conjuntas, com um volume muito maior.
Também poderão ser feitas cooperações policiais muito mais intensas que as de
hoje. A ideia é combater organizações criminosas interestaduais. E o que não
fico explicito nesse primeiro encontro - é o poder de pressão que esses
governadores unidos poderão exercer sobre o governo Bolsonaro. Não sei de quem
partiu essa iniciativa, mas o que eu sei é que se trata de uma grande iniciativa.

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