sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Voluntarismo só não basta!


O candidato a vice-prefeito agrega algum valor em que circunstância? Quando o nome representa densidade eleitoral (um nome testado nas urnas) e tem dimensão política (extensão mensurável).

A disputa pela indicação do companheiro de chapa da candidata à reeleição Carmelita Castro (PP), nos últimos dias tem se revestida de uma importância que julgamos não ter, haja vista, essa candidata ter luz própria. O que significa que para ela se reeleger não depende do candidato a vice-prefeito.

A vaga de vice-prefeito numa coligação reveste-se de maior importância para o próprio candidato e ao partido ao qual pertence o pretendente, uma vez que o salário de um vice-prefeito é relativamente bom e o seu partido ainda pode assegurar no caso de vitória da chapa da qual faz parte o vice, alguns cargos na hierarquia administrativa.

No caso especifico do município de São Raimundo Nonato, a figura do candidato a vice-prefeito, tem menos importância ainda, porque os nomes até aqui cogitados para companheiros de chapa da atual prefeita, não agregam nenhum valor a uma chapa, uma vez que nenhum desses nomes nunca foram testados nas urnas para que revelem ou não, alguma liderança. É tudo uma questão de voluntarismo. Uma teoria segundo a qual a vontade é a própria essência do universo.      

Dos nomes pretendentes a companheiro de chapa da prefeita e candidata à reeleição Carmelita Castro, nenhum tem dimensão política e densidade eleitoral que os credencie a brigar pela indicação do seu nome.

Um vereador eleito na eleição anterior com uma votação expressiva, tem mais legitimidade para compor uma chapa majoritária do que um político que nunca submeteu o seu nome a apreciação e o julgamento das urnas.    

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