O candidato
a vice-prefeito agrega algum valor em que circunstância? Quando o nome
representa densidade eleitoral (um nome testado nas urnas) e tem dimensão
política (extensão mensurável).
A disputa
pela indicação do companheiro de chapa da candidata à reeleição Carmelita
Castro (PP), nos últimos dias tem se revestida de uma importância que julgamos
não ter, haja vista, essa candidata ter luz própria. O que significa que para
ela se reeleger não depende do candidato a vice-prefeito.
A vaga de
vice-prefeito numa coligação reveste-se de maior importância para o próprio
candidato e ao partido ao qual pertence o pretendente, uma vez que o salário de
um vice-prefeito é relativamente bom e o seu partido ainda pode assegurar no
caso de vitória da chapa da qual faz parte o vice, alguns cargos na hierarquia
administrativa.
No caso
especifico do município de São Raimundo Nonato, a figura do candidato a
vice-prefeito, tem menos importância ainda, porque os nomes até aqui cogitados
para companheiros de chapa da atual prefeita, não agregam nenhum valor a uma
chapa, uma vez que nenhum desses nomes nunca foram testados nas urnas para que
revelem ou não, alguma liderança. É tudo uma questão de voluntarismo. Uma
teoria segundo a qual a vontade é a própria essência do universo.
Dos nomes pretendentes
a companheiro de chapa da prefeita e candidata à reeleição Carmelita Castro, nenhum
tem dimensão política e densidade eleitoral que os credencie a brigar pela indicação
do seu nome.
Um vereador eleito
na eleição anterior com uma votação expressiva, tem mais legitimidade para compor
uma chapa majoritária do que um político que nunca submeteu o seu nome a
apreciação e o julgamento das urnas.
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