A França conseguirá evitar o contágio da crise da dívida? A pergunta
que preocupa os mercados foi relançada pelo Conselho de Lisboa, um grupo
de pressão sediado em Bruxelas, e pelo banco alemão Berenberg. O
estudo, sobre a saúde financeira dos 17 países da moeda única, aponta
para a incapacidade da França em avançar rapidamente com as reformas
necessárias para pôr as contas públicas em ordem.
O receio dos mercados acentua-se com os dados do crescimento. Após uma contração do PIB no segundo trimestre (-0,1%), Paris teve no terceiro um crescimento superior ao previsto (0,4%), mas deverá cair de novo no final do ano.
O consumo das famílias subiu 0,3% no terceiro trimestre, o que fomentou o desempenho do PIB, mas os investimentos das empresas, recuaram 0,3 por cento.O que acaba dando um resultado zero no final.
O economista Mathieu Plane defende: “Menos investimentos significa menos crescimento no futuro, menos empregos e, sobretudo, indica que estamos numa fase de desaceleração, podendo mesmo haver, no quarto trimestre, um risco de recessão. Não estamos diante da retomada da economia francesa”.
O déficit francês atingiu 7% do PIB, superando em muito os limites do Pacto de Estabilidade e Crescimento. A dívida França ultrapassa 60% do PIB fixado para a valor da dívida. A dívida atinge 81,7% do PIB.
Paris tenta salvaguardar o precioso triplo A, mas a situação é preocupante, até porque os bancos franceses estão sob forte exposição, não só com relação à dívida grega, mas também à italiana. (com euronews)
siga no Twitter e no Facebook ao blog Dom Severino ( severino-neto.blogspot.com) @domseverino
O receio dos mercados acentua-se com os dados do crescimento. Após uma contração do PIB no segundo trimestre (-0,1%), Paris teve no terceiro um crescimento superior ao previsto (0,4%), mas deverá cair de novo no final do ano.
O consumo das famílias subiu 0,3% no terceiro trimestre, o que fomentou o desempenho do PIB, mas os investimentos das empresas, recuaram 0,3 por cento.O que acaba dando um resultado zero no final.
O economista Mathieu Plane defende: “Menos investimentos significa menos crescimento no futuro, menos empregos e, sobretudo, indica que estamos numa fase de desaceleração, podendo mesmo haver, no quarto trimestre, um risco de recessão. Não estamos diante da retomada da economia francesa”.
O déficit francês atingiu 7% do PIB, superando em muito os limites do Pacto de Estabilidade e Crescimento. A dívida França ultrapassa 60% do PIB fixado para a valor da dívida. A dívida atinge 81,7% do PIB.
Paris tenta salvaguardar o precioso triplo A, mas a situação é preocupante, até porque os bancos franceses estão sob forte exposição, não só com relação à dívida grega, mas também à italiana. (com euronews)
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