Como se não bastasse só o grave problema de natureza econômica, os países da zona do euro ainda convivem com um problema muito mais grave, porque permanente, que é a imigração. Diariamente países como Itália, França, Inglaterra e Alemanha recebem milhares de pessoas procedentes de todas as partes do mundo que buscam refúgio nesses quatro países, fugindo dos seus países de origem pelos mais variados motivos, assim como: políticos, econômicos, religiosos, étnicos ou por mero amor à aventura. Não necessariamente nessa ordem.
E para agravar uma situação até aqui já extremamente grave,
os países mais ricos da zona do euro estão sendo invadidos pelos gregos que
fogem de uma situação de pobreza extrema. Pessoas que se submetem a todo tipo
de serviço, só para continuarem sobrevivendo.
Num momento como esse em que o mundo inteiro vive sob ameaça
do desemprego, sobretudo na Europa, onde o Estado
do Bem Estar Social existe para proteger os excluídos, o provável fim dessa
rede de assistência social, sinaliza para dias ainda mais sombrios.
A ajuda que os países ricos oferecem aos países pobres da
África e da América do Sul via de regra ex-colônias do mundo rico e
desenvolvido, não visam melhorar o padrão de vida dos pobres, mas apenas garantir
a produção de matérias primas e o consumo. E é ai que reside mal do século: a
superpopulação que ameaça a estabilidade dos EUA e os países ricos da Europa.
Sem que os países periféricos melhorem as condições de vida
dos seus naturais, a Europa rica e os EUA não poderão conter o fluxo migratório - que ameaça o
excelente padrão de vida dos países que recebem verdadeiras levas de imigrantes,
que passam a disputar vagas num mercado de trabalho cada vez mais escasso e que
tem cultura e valores diferentes.
O Brasil futuramente passará a conviver com os mesmos problemas
de migração que vive hoje a Alemanha, França, Itália, Inglaterra e os EUA.
O maior investimento que os países pobres devem fazer é no
controle rígido de natalidade. Sem uma política efetiva de redução da natalidade,
qualquer esforço no sentido de promover o desenvolvimento resultará inútil.
Programas como o Bolsa Família que o Brasil tenta vender para 'o mundo pobre' como sendo uma solução definitiva para erradicar a pobreza extrema, não passam de simples paliativos.
siga no Twitter e no Facebook o blog Dom Severino (severino-neto.blogspot.com) @domseverino
Nenhum comentário:
Postar um comentário