segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O apoio do PSD ao PSDB em São Paulo poderá se repetir


O apoio do PSD ao PSDB em São Paulo poderá ter reflexos em outros estados, assim como poderá também facilitar outras coligações, como, por exemplo, em algumas capitais do país onde poderá haver a formação de uma coligação entre o PSDB e PSB, com o aval dos caciques desses três partidos, tudo com vistas à eleição presidencial de 2014. O Brasil inteiro sabe forte ligação que existe entre Aécio e Eduardo e Gilberto e José Serra. Quem viver verrá!

A política partidária acaba emperrando o desenvolvimento do Piauí

O piauiense respira política por todos os poros. Mas não uma política boa, séria, do tipo que ajuda a promover o desenvolvimento do Estado.  Senão vejamos: faltando praticamente três anos para o fim do mandato do atual governador, e o seu vice já colocou o seu bloco na rua, com vistas à eleição de 2014. Isso quer dizer, que o tempo que deveria ser dedicado a administração pública, o vice-governador Zé Filho (PMDB) vem se dedicando a fazer acordos políticos desde já, seguindo as mesmas pegadas do governador Wilson Martins, que como vice de Wellington Dias assumiu o resto do seu mandato e foi para uma reeleição usando a máquina administrativa. Essa, uma prática bastante comum onde existe a reeleição.  

A opção feita pelo tucano José Serra

O tucano José Serra ao atender aos insistentes apelos dos seus companheiros de partidos para que aceitasse disputar mais uma vez a prefeitura da capital paulista, com chances reais de vitória, praticamente abriu mão de lutar pela sua candidatura a presidência da república em 2014. Com esse seu gesto, José Serra abre espaço para o seu companheiro de partido, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) para que esse senador mineiro concorra à presidência daqui a três anos. Caso o senador Aécio Neves não consiga se credenciar para essa disputa, o governador Eduardo Campos, que avalizou juntamente como Gilberto Kassab o apoio do PSD a candidatura de José serra a prefeitura de São Paulo, aparece como uma segunda opção. Nesse caso a presidenta Dilma Rousseff vai ter contra si três grandes partidos e um nome muito forte: o PSB, PSDB, PSD e Dudu Beleza.

O ministro Guido Mantega está sendo fritado

A presidenta da república Dilma Rousseff que não morre de amores pelo ministro da fazenda Guido Mantega e que só aceitou a sua recondução a esse importante cargo, para não contrariar logo de saída o seu criador, já reúne bons motivos para se ver livre de uma presença incomoda. Guido Mantega que mais uma vez ocupa as páginas da mais importante revista brasileira, acusado como principal responsável pelo escândalo da Casa da Moeda e mais recentemente, um escândalo envolvendo a sua filha, que vem sendo apontada como agenciadora de negócios junto ao governo federal. Em 2010, no período da campanha presidencial, o Palácio do Planalto recebeu um dossiê apócrifo acusando Marina Mantega de tráfico de influências.

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