A ministra do STJ e corregedora do Conselho Nacional de Justiça
(CNJ), Eliana Calmon ao ouvir o juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima que
atuou no processo que levou Carlinhos Cachoeira è prisão se convenceu do enfado
do juiz e aceitou as suas razões para desistir de continuar na 11ª Vara.
No Brasil até juiz tem enfado, abandona um processo por se
sentir ameaçado por quem ele trabalha para colocar por trás das grades. Se um
juiz que ganha uma montanha de dinheiro, o que lhe permite levar uma vida de
nababo, o que dizer de um simples trabalhador braçal, que desde que nasceu
nunca experimentou o conforto? Esse juiz deveria desistir da carreira até para
servir como exemplo a na ser seguido.
O seu juiz federal auxiliar Leão Aparecido Alves deveria ter
assumido a11ª, mas foi impedido por está segundo investigado devido o suposto
vazamento de informações para destacado membro da quadrilha de Carlinhos Cachoeira,
pela esposa do magistrado e uma sua assessora.
Pensando bem, neste país ninguém tem moral para julgar e
condenar Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres, porque os nossos
vícios superam em muito as nossas virtudes. Diante dessa triste constatação, o
que nos resta fazer? Chamar Marcolla e Fernandinho beira Mar para colocar ordem
nesta Casa de Mãe Joana e Casa de Tolerância chamada Brasil. É óbvio que existem
as honrosas exceções. Ainda bem!
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