quinta-feira, 21 de junho de 2012

'Enfado do juiz' convenceu a corregedora do CNJ


A ministra do STJ e corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Eliana Calmon ao ouvir o juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima que atuou no processo que levou Carlinhos Cachoeira è prisão se convenceu do enfado do juiz e aceitou as suas razões para desistir de continuar na 11ª Vara.

No Brasil até juiz tem enfado, abandona um processo por se sentir ameaçado por quem ele trabalha para colocar por trás das grades. Se um juiz que ganha uma montanha de dinheiro, o que lhe permite levar uma vida de nababo, o que dizer de um simples trabalhador braçal, que desde que nasceu nunca experimentou o conforto? Esse juiz deveria desistir da carreira até para servir como exemplo a na ser seguido.

O seu juiz federal auxiliar Leão Aparecido Alves deveria ter assumido a11ª, mas foi impedido por está segundo investigado devido o suposto vazamento de informações para destacado membro da quadrilha de Carlinhos Cachoeira, pela esposa do magistrado e uma sua assessora.

Pensando bem, neste país ninguém tem moral para julgar e condenar Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres, porque os nossos vícios superam em muito as nossas virtudes. Diante dessa triste constatação, o que nos resta fazer? Chamar Marcolla e Fernandinho beira Mar para colocar ordem nesta Casa de Mãe Joana e Casa de Tolerância chamada Brasil. É óbvio que existem as honrosas exceções. Ainda bem!   

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