A alegria e a felicidade estampada nos rostos dos petistas e
aliados que integram a CPMI do Cachoeira, quando da apresentação do resultado
da votação pela convocação ou não do empresário Fernando Cavendish e o
ex-diretor do DNIT Luiz Antônio Pagot, que lhes foi favorável, nos dão bem uma
idéia do clima de tensão que antes da votação tomava conta dos servidores do
Palácio do Planalto. Servidores é o que melhor define o papel dos parlamentares
quê servem incondicionalmente aos interesses do governo federal, que anda em
apuros, desde que essa CPMI do cachoeira foi instalada.
Graças à força e a penetração das emissoras de televisão e a
Internet que transmitem em tempo real as sessões das CPIs, o povo brasileiro, passa
a conhecer melhor os políticos brasileiros, que na sua expressiva maioria,
servem muito mais aos seus interesses do que aos interesses da coletividade. A
sessão da CPMI do Cachoeira novas mascaras são tiradas e os políticos vendidos
mostram as suas verdadeiras caras, através de uma simples reação de regozijo ou
através de um veemente discurso a favor do governo federal que está mais
preocupado em evitar o seu desgaste do que restabelecer a moralidade pública no
país.
Cito quatro parlamentares que encarnam o espírito e representam
a tropa de choque do governo Dilma Rousseff na CPMI do Cachoeira: os deputados
federais Jilmar Tatto (foto) (PT-S-SP), Cândido Vaccarezza (PT-SP), Ronaldo Fonseca
(PR-DF) e o Dr. Rosinha (PT-PR). Agindo de maneira diametralmente oposta, eu
cito os deputados federais Miro Teixeira (PDT-RJ), Carlos Sampaio (PSDB-SP) e o
Rubens Bueno (PPS-PR). Este último, o grande nome dessa CPMI.
Siga no Twitter e no Facebook o blog Dom Severino (Severino-neto.blogspot.com)

Nenhum comentário:
Postar um comentário