O Brasil acaba de acompanhar
pela televisão, um grande incêndio num hotel com 110 apartamentos, no município
de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, felizmente sem nenhuma vitima
fatal.
Como sempre ocorre neste país,
um dos maiores problemas enfrentados pelos bombeiros para debelar incêndio como
esse, segundo a reportagem, foi o não funcionamento de um dos hidrantes. Um problema
que acontece toda vez que os bombeiros precisam usar água para apagar o fogo.
Por que isso ocorre? Por falta de fiscalização do órgão ou dos órgãos
competentes.
Eu fiz todo esse intróito, para
abordar um problema que está ocorrendo num condomínio de Teresina, onde a
empresa contratada para fazer a manutenção dos extintores, ao recarregá-los,
deixou entre os extintores, um deles sem o dispositivo de segurança e sem a
mola que faz o extintor funcionar.
Um morador após fazer contato
com a administradora do condomínio e exigir da mesma, providência, que por sua
vez cobrou a troca ou a recuperação do extintor danificado, essa empresa até o
presente momento não resolveu o problema.
Em face da demora da solução
desse problema, o condômino, resolveu acionar o Instituo de Metrologia do Piauí
(IMEPI), que tem a competência para fiscalizar esse tipo de serviço. E para sua
surpresa, esse órgão estadual respondeu estaria agendando esse serviço para
daqui a uma semana ou no máximo 15 dias.
Esse tempo elástico oferecido
pelo IMEPI para resolver um problema que exige certa urgência, talvez explique
as tragédias que acontecem quase que diariamente neste país. Como a da boate
Kiss no município de São Maria (RS). Depois da tragédia anunciada, um órgão
fica jogando a responsabilidade de um lado para o outro.
Esse mesmo morador entrou em
contato com o Corpo de Bombeiros que sugeriu ao reclamante que procurasse a
empresa que produz os extintores. Seria trágico se não fosse cômico.
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