Como
disse recentemente, o provável candidato ao governo do estado do Piauí
pelo PSTU, Daniel Sólon, os candidatos do PMDB e PT são duas faces de
uma mesma moeda, ou seja, são candidatos com um mesmo projeto de governo
e perfil ideológico. Tanto isso é verdade que ambos os candidatos
apoiarão a candidatura à reeleição da presidenta Dilma Rousseff.
Um
estado que vem sendo governado há quase 12 anos por dois partidos que
tem um mesmo projeto político, não pode prescindir de uma candidatura de
oposição, num momento em que o país inteiro clama por mudança.
Nesse
espaço vazio deixado por um partido que até dois anos atrás fazia
oposição ao governador Wilson Martins (PSB), um governador eleito com
apoio do ex-governador Wellington Dias (PT), que optou por apoiar um
nome estranho as fileiras do Partido dos Trabalhadores (PT), mas que se
comprometia em dar continuidade ao modelo petista de governar é que
surgiu Mão Santa se oferecendo para ser candidato ao governo em oposição
ao PT, PMDB e PSB; todos partidos situacionistas.
E
pelo visto, a pré-candidatura desse ex-governador e ex-senador ao
governo do estado do Piauí tomou corpo e já preocupa as outras
pré-candidaturas.
Mão
Santa fala fácil e fala a linguagem do povo, do povo humilde, que vê na
figura desse político da região Norte, alguém que fala como ele e se
relaciona muito bem com as pessoas pobres e simples.
Mão
Santa para viabilizar a sua candidatura, só precisa fazer algumas
correções na sua maneira de ser (no seu estilo) e de se dirigir ao povo
piauiense. Que estilo é esse que precisa ser corrigido, alterado ou
modificado? O seu jeito brincalhão de como trata as questões sérias. É
que para muita gente Mão Santa é tido como um grande gozador. Isso não é
bom.
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