O futebol
association inventado pelos ingleses e trazido para o Brasil por Charles
Miller, filho de ingleses, acabou se transformando no maior esporte brasileiro
e numa verdadeira mania nacional. Isso é uma realidade incontestável. Mas, com
o advento de outras modalidades de esporte e a excessiva profissionalização do
espore bretão, como é muito conhecido esse esporte praticado por 22 jogadores,
sendo 11 de cada lado, esse esporte vem deixando de despertar o interesse de
muitos brasileiros, que por serem conscientes politicamente, vem nesse tipo de
esporte, uma máquina de produzir dinheiro para a Federação Internacional de Futebol Associado (do francês: Fédération
Internationale de Football Association), mais conhecida pelo acrônimo FIFA, para os
dirigentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), para Rede Globo e
Televisão que compra os direitos de arena desse evento e para os empresários de
jogadores, que através dessa grande vitrine, vem os seus produtos serem muito
valorizados.
O
futebol de campo que nos seus primórdios era visto como uma coisa praticada por
vadios e assistido por desocupados, com a sua profissionalização, passou a ser,
para aqueles que o praticam, como uma profissão muito bem remunerada e um
grande nicho de mercado.
Hoje,
nem o pobre que ganha um salário mínimo pode mais freqüentar os estádios de futebol
em tempos normais, porque os preços já são estratosféricos e fora da realidade
da pessoa pobre. Se nos jogos normais, assistir jogos de futebol no Brasil já é
difícil, assistir aos jogos da Copa do Mundo tornou-se impraticável.
Quem
também se beneficia com esse campeonato mundial são as empresas que aumentam as
suas vendas e as empresas de publicidade que fazem grandes contratos.
O Brasil consciente embora ainda goste de futebol, não sai às ruas para engrossar o coro dos contentes.
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