quarta-feira, 2 de julho de 2014

Piauí: um estado que sobrevive dos restos do banquete dos ricos

O Instituto Dom Barreto é um exemplo de eficiência, disciplina e foco - a ser seguido 
Confesso que não gostaria de ficar diariamente batendo na mesma tecla, ou seja, falando sempre das mesmas coisas que reforçam a nossa condição de estado mais pobre da federação, porque isso me deixa numa situação desconfortável, uma vez que a nossa posição no ranking nacional de desenvolvimento continua a mesma.  

O quer me apraz é destacar as áreas que o estado do Piauí consegue se destacar nacionalmente, como educação e saúde. Mas lamentavelmente, nos outros setores este estado não consegue se destacar, infelizmente. E negar essa nossa realidade, não ajuda a modificá-la.

Além do fraco desempenho dos nossos representantes no Congresso Nacional e da pouca importância que é dada aos nossos governantes pelo poder central, ainda pesa contra o estado do Piauí, o fato deste estado não ter uma imprensa independente, o que contribuiria de maneira decisiva para que os erros e a ineficiência administrativa fossem corrigidos e este estado fosse tratado com o devido respeito que merece.

A imprensa piauiense é invertebrada e domesticada, o que favorece a continuação desse estado de coisas - que entravam o crescimento e o desenvolvimento de um estado potencialmente rico.

A imprensa piauiense vive de fazer agrados, mesuras e salamaleques para os governantes de plantão. 

O piauiense consciente e independente deve se rebelar e insurgir contra a mesmice, a falta de compromisso para com este estado e o nosso complexo de cachorro vira-latas que nos faz viver rastejando, implorando favores e vivendo dos restos do banquete dos estados ricos. Até quando?

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