sexta-feira, 1 de maio de 2015

Dilma caminha sobre uma camada de gelo fina



O Brasil respira um ar de ingovernabilidade no presente momento, haja vista, as forças que davam sustentação ao segundo governo da presidenta Dilma Rousseff ao percebê-lo fragilizado e sem capacidade de reação, como os ratos de porão, que ao perceberem o perigo abandonam o barco antes que seja tarde demais, assim os partidos ”aliados” estão procedendo.

O PMDB, o partido que divide o poder com o PT ao perceber o naufrágio iminente, tenta passar para a opinião pública a falsa ideia de que é oposição, como se isso possível aos 25 minutos do primeiro tempo do segundo jogo, negando o passado, o presente e a sua história. Para a presidenta Dilma Rousseff a saída do PMDB do governo, até que não seria um péssimo negócio, mas, ocorre que o partido do vice-presidente da república ao mesmo tempo em que finge ser oposição negocia e procura manter os cargos que ocupa.

O governo Dilma Rousseff, para sobreviver a essa grave crise, cedo ou tarde vai ter que fazer uma opção: se prefere afundar com os peemedebistas, pepistas, petebistas, pedetistas e comunistas ou se busca sua salvação no povo brasileiro. Fora do apoio popular, o quarto governo do PT não tem salvação e poderá até sofrer um impeachment. É pegar ou largar a segunda opção.

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