segunda-feira, 6 de julho de 2015

O PMDB é o problema



Para sobreviver a essa terrível crise que começou logo após o anuncio do ajuste fiscal, a presidenta Dilma Rousseff vai ter que romper com o PMDB. É que o PMDB, embora seja governo por ser o partido do vice-presidente da república, tenta passar para o povo brasileiro a ideia de que é oposição. Como ser oposição, se o vice-presidente da república Michel Temer é o presidente do PMDB e o responsável pela articulação política do governo junto aos partidos que formam a base aliada?

O PMDB é um partido a quem pode ser atribuído a responsabilidade pela decadência moral, ética e política do Partido dos Trabalhadores (PT) que, para prosseguir no poder, se submeteu a todo tipo de chantagem e negociação imposta ao seus governos. 
O Mensalão e o Petrolão tem uma mesma matriz, ou seja, foram pensados, criados e operados, para atender aos interesses dos partidos da base aliada, capitaneados pelo partido de Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Henrique Eduardo Alves, Michel Temer e um obscuro senador de Rondônia.

O PMDB, ao submeter o governo Dilma Rousseff a esse sangramento público, o faz no sentido de sobreviver a esse quarto governo do PT e como um preparo para se credenciar a apoiar um futuro governo. 

Fica cada vez mais claro que o atual inimigo do desenvolvimento do Brasil é o PMDB. Partido responsável pela manutenção das mais velhas e daninhas manobras políticas que constituem a história do Brasil. No momento, Eduardo Cunha é a personificação do que há de pior nessas manobras.

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