sábado, 26 de setembro de 2015

Eduardo Cunha está vivendo o seu inferno astral



Eduardo Cunha inferniza a vida da presidenta Dilma Rousseff e os delatores da Operação Lava Jato, por sua vez, estabelecem ligações cada vez mais consistentes entre o presidente da Câmara Federal e o maior escândalo de corrupção já visto na história republicana.

O presidente da Câmara Federal ao 'fustigar' o governo federal, tenta desesperadamente sair do foco da mídia e dar-se por morto. O que ele não vem conseguindo, porque sempre que um dos presos pela Operação Lava Jato aceita o benefício da delação premiada, o primeiro nome que vem à baila é o desse político fluminense que está mais sujo do que poleiro de galinha.

Apontado pela força-tarefa da Operação Lava Jato como operador do PMDB no esquema de pilhagem da Petrobras, Fernando Falcão Soares, o Fernando Baiano, complicou a situação do presidente da Câmara. Convertido em delator no início de setembro, Baiano confirmou em seus depoimentos a acusação do lobista Júlio Camargo de que Eduardo Cunha recebeu propina de US$ 5 milhões em contratos de aluguel de navios-sonda da empresa Sansumg para a Petrobras.

O PMDB, cujos líderes constam das listas dos principais delatores da Operação Lava Jato, na maior sem cerimônia e desfaçatez, fez um programa de televisão, onde se isenta da responsabilidade pelos maus momentos que este país atravessa.   
    
Eu insisto na tese de que o PMDB e tão responsável quanto o PT pelas crises econômica, política, moral e ética que assolam o país, porque esses dois partidos dividem o poder.    

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