sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Elmano Férrer agora cospe no prato que comeu



“O Estado é autofágico e não responde os anseios da coletividade, especialmente das pessoas mais simples, que necessitam de serviços públicos eficientes, mas que não tem esse retorno”. (Elmano Férrer)

Com a presidenta Dilma Rousseff muito fragilizada, todo mundo quer tirar sua “casquinha”, proveito da situação para demonstrar seu descontentamento para com o governo federal. Até tú, Elmano Férrer?

O senador Elmano Férrer (PTB-PI), um político com dimensão apenas municipal ao ser ignorado pelo governo federal, toda vez que retorna ao estado do Piauí aproveita o assédio da mídia piauiense para demonstrar o seu inconformismo com um governo e, repercutir aquilo que a grande imprensa não repercute, dito por ele na tribuna do Senado. Elmano Férrer que num passado recente vivia elogiando Dilma Rousseff e o seus governos, agora é só rancor.

Não entro no mérito do assistencialismo e clientelismo dos sucessivos governos petistas e até tucanos, mas negar que os governos FHC, Lula e Dilma Rousseff são de inclusão social é uma tremenda besteira. E o senador Elmano Férrer no seu afã de querer aparecer apelou para uma retórica pobre e desprovida de qualquer significado, porque autofagia significa a manutenção da vida à custa da própria substância do indivíduo. O que não é o caso do governo Dilma Rousseff que precisa cortar na própria carne, para que a sociedade confie nos seus propósitos. Dizer que o governo Dilma não assiste aos pobres é pobreza mental e intelectual. Afirmar que o governo cometeu muitos erros e comprometeu o estado brasileiro com o seu assistencialismo e clientelismo faria mais sentido.   

É esse senhor que caminha pelos corredores do Congresso Nacional e ninguém reconhece que quer ser o futuro prefeito de Teresina. O Piauí realmente é terra de muro baixo, porque qualquer cearense se sente o dono do pedaço. 

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