quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Num país minimamente decente Eduardo Cunha não seria tão audacioso



"A ética da convicção e a ética da responsabilidade não são contraditórias. Completam-se uma à outra e constituem no seu conjunto a expressão do "homem autêntico" (Raymond Aron)

Quando um quase réu se arvora de pessoa decente é que o país está descendo à ladeira da indigência moral.

As pessoas simples não entendem e indignam-se legitimamente. As elites exemplares escasseiam, a procura do bem comum e dilui-se, ao mesmo tempo em que brotam como cogumelos as falsas elites feitas de arrivismo e calculismo.

A presidenta Dilma Rousseff com sua tibieza característica permite que pessoas que estão sendo investigadas pela Policia Federal e denunciadas pelo Procurador Geral da República (PGR) continuem dado pitaco na vida nacional como quem pretende coagir e intimidar alguém que está se sentindo fragilizado por um ou vários motivos.  

O presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha que embora pertença ao PMDB o partido do vice-presidente da república, Michel Temer e de vários ministros do governo Dilma Rousseff faz oposição cerrada ao governo da presidenta Dilma Rousseff e a cada dia que passa se sente muito mais encorajado para atacar o governo federal e ir em frente na sua guerra particular contra o governo do Partido dos Trabalhadores (PT), porque o governo Dilma Rousseff está encurralado e preso nas cordas e sem condições de reagir. Ou Dilma Rousseff reage de modo a fugir das cordas ou está breve o seu fim como presidenta.

E Dilma Rousseff para sobreviver no cargo só apelando para o apoio popular.

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