terça-feira, 1 de novembro de 2016

Será que o PSOL vai ocupar o vazio deixado pelo PT?



O Partido Solidariedade e Liberdade (PSOL), será que vai ocupar o vácuo deixado pelo Partido dos Trabalhadores (PT)? O crescimento do PSOL nas eleições municipais de 2016 e a desidratação do PT, segundo os jornalistas e analistas políticos, apontam para o crescimento do primeiro e o definhamento do segundo.

O PSOL criado e formado por ex-petistas, segue as pegadas do PT original e inicial, e isso está levando petistas autênticos e orgânicos a ingressarem num partido que guarda muita semelhança com o PT original.

Embora o PSOL tenha perdido a eleição no segundo turno nas importantes cidades do Rio de Janeiro e Belém, só a ida desse partido para o segundo turno, já é suficiente para reforçar os argumentos daqueles que apostam no crescimento de um partido que segue religiosamente princípios rígidos como moral ética e justiça.  

O crescimento do PSOL é lento, gradual, mas constante e seguro. Seguro, porque se baseia nos erros e acertos do Partido dos Trabalhadores (PT), um partido que se perdeu no meio do caminho, por ter sido levado por um projeto de poder que não combina com um regime democrático.

Quatro mandatos ou 16 anos de poder, acaba se transformando numa ditadura, porque a alternância de poder que está na essência da democracia é eliminada pela ânsia e fome de poder da cúpula do partido que está no governo.   

Cito aqui dois exemplos bem próximos de ditaduras, que são a República Bolivariana da Venezuela e a República de Cuba. A primeira dominada pelo chavismo e a segunda, pelo castrismo.

Por Joachim Arouche
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