sábado, 28 de janeiro de 2017

Eu prefiro a simplicidade à sofisticação




“Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham nem fiam, contudo vos digo que nem Salomão em toda a sua glória se vestiu como um deles. Se Deus, pois, assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé? Assim não andeis ansiosos, dizendo: Que havemos de comer? ou: Que havemos de beber? ou: Com que nos havemos de vestir? (Pois os gentios é que procuram todas estas coisas); porque vosso Pai celestial sabe que precisais de todas elas. Mas buscai primeiramente o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. » (Mateus 6:24-33)
                               
Eu prefiro o convívio com pessoas simples, com os loucos, os despossuídos e os desencanados. Pessoas bem resolvidas, sem preconceitos, sem chiliques e sem recalques.

As pessoas normais e sofisticadas não me atraem e não me interessam, porque são artificiais e geralmente são pessoas preconceituosas e fazem acepções de pessoas. Buscam sempre saber qual o nível social, cultural e socioeconômico da pessoa com a qual poderá vir a relacionar-se.

Numa palavra, no convívio com pessoas simples as barreiras por caso existentes, são transponíveis e a conversa não requer o uso de uma linguagem empolada.

As pessoas simples, via de regra, são desinteressadas em bens materiais, e buscam no outro apenas o convívio humano. Um convívio que transmita calor humano e que seja humanizado.

A sofisticação e o orgulho são vaidades que criam barreiras entre pessoas e isso não constrói. Não colabora com a humanização do mundo.

Embora eu seja um ateu convicto, às vezes recorro à sabedoria revelada pela Bíblia, como a que diz o livro de Mateus, citado acima.
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