sexta-feira, 11 de agosto de 2017

O Brasil está sendo movido pela indústria da corrupção. Uma indústria que se mistura com outros tipos de atividade econômica, na forma de parceria ou na figura de um laranja, de um testa de ferro, alguém que oculta o verdadeiro dono do negócio. No Brasil atual, muitos grandes negócios são apontados como sendo propriedades de figurões da política ou até mesmo de outras atividades - que possibilitam que alguém seja corrompido e corrupto. Muitas das vezes, concomitantemente.

A fantasia organizada de Temer & Cia


O presidente da república Michel Temer e o núcleo duro do seu governo, tentam vender uma imagem positiva de um país, que anda caindo pelas tabelas, como se diz na gíria, em meio a um turbilhão de crises que está levando de roldão um país à deriva. E para desviar a atenção das pessoas incautas, o governo usa os veículos de comunicação para anunciar a distribuição dos lucros do FGTS entre os trabalhadores. Um rendimento que para 70% dos beneficiários será ultrapassará 10 reais. Um anuncio feito com pompa e circunstância para engabelar e desviar a atenção do brasileiro da sua dura e triste realidade.  

O crime organizado desafia as Forças Armadas

A presença das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) nas ruas da cidade do Rio de Janeiro, levaram o exército do tráfico a intensificar suas ações nessa cidade, como que para desafiar o poder oficial. As principais manchetes de jornais impressos, sites e as TVs abertas e fechadas do dia de hoje estampam a violência generalizada que acontece na capital fluminense.  

A voz "empostada" do ministro Henrique Meirelles não convence ninguém

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou em 2016 que o governo decidiu que não haveria aumento de impostos neste ano ou no próximo para atingir a meta fiscal. Mas, o governo não honrou a promessa feita, pois acaba de aumentar. Em 2017 o governo Temer não só aumentos impostos, mas quase dobrou a alíquota do PIS/Cofins sobre gasolina. O governo Temer ainda se mantém de pé, graças a liberação de emendas e o toma lá dá cá que envolve a troca de cargos por votos. Até quando? 
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