segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

As três fases de um processo que nos permitirá atingir o desenvolvimento

Os países subdesenvolvidos ou emergentes, como são mais conhecidos hoje, os países pobres, para atingirem o desenvolvimento pleno, deverão passar por um processo de mudança, que deverá ser realizado em três fases ou etapas, a saber: a primeira fase, a de uma mudança cultural da empresa e do trabalhador, que permitirá ao segundo, poder assimilar as mudanças que serão introduzidas nos meios de produção e cabendo ao primeiro, valorizar o empregado. A segunda fase, a valorização da mão de obra. A terceira fase,  prioridade aos investimentos em áreas do conhecimento estratégico, que tornará a empresa mais competitiva no mercado externo, onde os produtos primários não são os mais valorizados.  

No Brasil, no setor privado, essas três fases desse processo, já atingiu um elevado grau de eficiência, mas ainda insuficiente para que este país avance na velocidade exigida pelo mundo desenvolvido. Mas o que impede o Brasil de atingir um ritmo de crescimento, ao nível de países como a China, Índia e a Coréia do Sul, é uma questão de foco, pois enquanto esses países emergentes crescem num ritmo surpreendente, competindo em pé de igualdade, com os antes países prósperos, como o Japão e a Alemanha, devido à prioridade em investimentos em conhecimento especializado e desenvolvimento de alta tecnologia, o nosso país, cresce, mas cresce lentamente no setor de ciência e tecnologia.

O crescimento brasileiro se dá via exportação de produtos primários, de commodities, que ao serem importadas, são beneficiadas, com os países importadores agregando valor a esses produtos, que acabam retornando ao país, mais valorizados, naturalmente.

O incentivo ao mérito aqui, ainda se dá de maneira muito tímida, sobretudo no setor público e nas empresas estatais. Um exemplo de uma empresa bem sucedida nesse campo, é a Vale, que até mesmo antes de ser privatizada, já funcionava como uma empesa da iniciativa privada.

Agora, sem que o trabalhador incorpore novos valores, que se adquire com a mudança de cultura e sem a sua consequente valorização, qualquer esforço resultará inútil.

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