É
hoje o dia.
Se a
vida nos propiciar encontros raros,
que só acontecem de vidas em vidas,
é hoje que devem ser celebrados.
Este é o momento.
Sou fadada à felicidade.
Sou sim.
Claro que algumas coisas nos magoam...
Algumas coisas são diferentes do que gostaríamos.
Mas se são inevitáveis...que sejam.
E devemos aprender a lidar com elas.
Tenho uma história de muitos momentos de sofrimento...
sofrimento atroz...
Mas é passado.
E o passado ficou lá longe...
Hoje sou luz.
Agora minha história só é escrita com amor.
Não fujo de obstáculos, nunca fugi.
Eu os transponho...arranho os joelhos, sangro, mas saio inteira.
Cada vez mais doce, mais humana, mais forte.
É assim que amo hoje.
Um amor maduro, forte, único.
Nenhum obstáculo é capaz de diminuir este sentimento especial...
Há pessoas que passam uma vida (às vezes várias) sem viver algo assim,
sem o presente de encontrar sua alma complementar...
Perfeito?
Não.
Nada é absolutamente perfeito.
Mas é especial, como nunca nesta vida.
Isto me transforma numa fortaleza.
Uma fortaleza que se magoa, que chora às vezes,
mas que sabe ser indestrutível.
Nova semana!
Que venha com suas cores,
que traga meu amado pros meus braços saudosos.
que só acontecem de vidas em vidas,
é hoje que devem ser celebrados.
Este é o momento.
Sou fadada à felicidade.
Sou sim.
Claro que algumas coisas nos magoam...
Algumas coisas são diferentes do que gostaríamos.
Mas se são inevitáveis...que sejam.
E devemos aprender a lidar com elas.
Tenho uma história de muitos momentos de sofrimento...
sofrimento atroz...
Mas é passado.
E o passado ficou lá longe...
Hoje sou luz.
Agora minha história só é escrita com amor.
Não fujo de obstáculos, nunca fugi.
Eu os transponho...arranho os joelhos, sangro, mas saio inteira.
Cada vez mais doce, mais humana, mais forte.
É assim que amo hoje.
Um amor maduro, forte, único.
Nenhum obstáculo é capaz de diminuir este sentimento especial...
Há pessoas que passam uma vida (às vezes várias) sem viver algo assim,
sem o presente de encontrar sua alma complementar...
Perfeito?
Não.
Nada é absolutamente perfeito.
Mas é especial, como nunca nesta vida.
Isto me transforma numa fortaleza.
Uma fortaleza que se magoa, que chora às vezes,
mas que sabe ser indestrutível.
Nova semana!
Que venha com suas cores,
que traga meu amado pros meus braços saudosos.
Casa Grande
Senzala
CASA PEQUENA
Sem sala
Favela.
''Toda vida consciente é uma revolta” (Camus ). “E como diz
a autora: ''Metáforas pelejam no subúrbio / semáforos testemunham”. (Tânia
Lima)
“Entre tardes, debaixo dos
mangues/Ficávamos remendando os lundus”. E ainda, em prosa: “Nasci não faz
muito tempo, na Ilha de Igoronhon-Tutóia-MA onde carreguei muitas palavras,
tiradas do mangue e do sal. Gostava de andar descalça, no meio da lama, quase
caranguejo. Atualmente, pesquiso ´coisinhas inúteis´ de Manoel de Barros no
bosque de uma universidade. O resto está nos mangues”.
Sobre a poeta maranhense Tânia
Lima: “Tânia foi encontrando mangues, percorrendo veredas de outras florestas.
Além das baladas da “Vidamangue” de Silvio Roberto, a poetisa se vincula com
versos perdidos de Ascenso Ferreira, de João Cabral; do “Sol sangüíneo”, do
conterrâneo Salgado Maranhão, à prosa de doutor Josué de Castro e d´ “As
mulheres de Tijucopapo”, de Marilene Felinto. Como parte desta turma, a moça
pretende envolver-se em seu doutorado. É que a noite, além do lançamento de
“Brenhas”, e das patinhas cabeludas dos caranguejos, reserva a despedida de
Tânia, esticando suas raízes para a terra dos “Homens e Caranguejos”, no dizer
de Josué, que foi referência também para o poeta Science e o pessoal da
“batida” do Mangue.
Graduada em Letras, com mestrado pela UFC, Tânia vai para o doutorado, na UFPE. “Nossos regionalismos literários foram sertanejos, não brejeiros. Falta um olhar sistematizado sobre o cotidiano, a cultura dos mangues. Farei esse mapeamento, do Modernismo ao Mangue Beat”. Além dos autores citados, dos quais ela excluirá as obras em prosa, Tânia já tem referências nas obras de Raul Bopp e Joaquim Cardozo. (Henrique Nunes)
Graduada em Letras, com mestrado pela UFC, Tânia vai para o doutorado, na UFPE. “Nossos regionalismos literários foram sertanejos, não brejeiros. Falta um olhar sistematizado sobre o cotidiano, a cultura dos mangues. Farei esse mapeamento, do Modernismo ao Mangue Beat”. Além dos autores citados, dos quais ela excluirá as obras em prosa, Tânia já tem referências nas obras de Raul Bopp e Joaquim Cardozo. (Henrique Nunes)
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